Marketplaces aceleram seus resultados! Descubra como diversificar e integrar canais de vendas.

Marketplaces aceleram alcance, visibilidade e aquisição de clientes. Sendo essenciais para vender mais e ganhar presença.
Mas quando você explora apenas esse canal, está deixando crescimento no caminho.
O próximo passo é ampliar a estratégia. Combinar marketplace com loja própria, CRM, mídia, dados e outros pontos de venda abre portas que você nem sabia que existiam!
Essa é a essência da diversificação de canais de vendas: usar o marketplace pelo que ele faz de melhor, e construir, ao lado dele, outros caminhos que fortalecem a marca a longo prazo com diferentes canais de comunicação.
Marketplaces funcionam porque oferecem algo que nenhuma loja isolada consegue dar no mesmo volume: tráfego.
Consumidores já estão lá, buscando produtos, prontos para comprar. Você só precisa estar visível. É por isso que para muitos negócios, começar em marketplace é inteligente.
Aqui está o dado que muda perspectivas: mais de 60% das marcas brasileiras que conquistam crescimento sustentável já implementaram alguma forma de diversificação de canais de vendas.
Não porque o marketplace falhou. Pelo contrário, o crescimento real vem de um ecossistema bem integrado e mais eficiente entre canais.

Quando a marca diversifica e conecta o seu marketplace com canais, ela ganha mais controle sobre a operação:
Controle sobre experiência do cliente. Na loja própria, você desenha o fluxo de compra, a comunicação, o pós-venda.
Visão Unificada com CRM.
Otimização de Mídia e Marketing, direcionando investimento para os canais que realmente trazem retorno.
Eficiência Operacional e Logística.
Isso é multicanal e-commerce. Não é estar em vários lugares. É estar em vários lugares de forma inteligente.
Marketplace e loja própria não competem entre si. Eles cumprem funções diferentes, e entender essa diferença muda a forma como você planeja o crescimento.
O marketplace entrega volume, giro rápido e acesso a milhões de consumidores que já confiam naquela plataforma.
A loja própria entrega outra coisa: relacionamento. É nela que a marca recolhe dados próprios, testa preços com liberdade e constrói recorrência.
Essa diferença aparece nos números. Levantamentos do setor, como o compilado pela Analog, apontam que a taxa de recompra em sites próprios chega a 46,5%, contra 30% em marketplaces. Ou seja, quem já comprou uma vez no canal da marca tem mais chance de voltar a comprar ali.
Nenhum dos dois canais precisa desaparecer ou competir. A pergunta certa não é marketplace ou loja própria, e sim como fazer os dois trabalharem juntos, cada um na função em que é mais forte.
Diversificar canais sem integrar informação cria um problema novo. Você passa a vender em vários lugares, mas continua enxergando cada um separadamente.
É aqui que entra a integração com CRM, mídia, dados e outros pontos de venda. Sem esse elo, cada canal vira uma ilha, e a marca perde a visão do cliente como um todo.
Um CRM bem estruturado une o histórico de compras do marketplace, da loja própria e de outros pontos de contato em um único perfil. Assim, você sabe quem comprou o quê, quando e por qual canal, mesmo que o cliente transite entre eles.
A mídia também ganha eficiência. Com dados unificados, é possível direcionar investimento para quem já é cliente, quem está perto de comprar de novo e quem ainda precisa ser descoberto, em vez de tratar todo mundo da mesma forma.
Esse tipo de conexão entre canais, estoque, pedido e cliente é o que especialistas chamam de comércio unificado, eficiente e saudável. Se você quer entender melhor esse conceito na prática, vale a leitura do nosso artigo sobre Unified Commerce, que detalha como a unificação muda o resultado da operação.

É comum ouvir falar em estratégia omnichannel para e-commerce quando o assunto é diversificação de canais. Na prática, o termo descreve a ideia de que todos os pontos de contato da marca, como marketplace, loja própria, redes sociais e atendimento, funcionam como uma experiência única para o cliente, não como canais isolados.
Você não precisa dominar o termo técnico para aplicar o conceito! Multicanal de verdade não é abrir uma conta em cada plataforma disponível. É escolher com critério onde a marca deve estar e conectar esses pontos com inteligência, dados e operação.
Diversificar não significa abrir mão do marketplace. Significa somar.
Comece mantendo o que já gera resultado. O marketplace continua como motor de aquisição e visibilidade!
Em paralelo, estruture a loja própria com atenção à experiência de compra e ao pós venda, mesmo que o volume inicial seja menor.
Conecte esses canais a um CRM que centralize o histórico de cada cliente, e use esses dados para orientar decisões de mídia e de produto.
Por fim, avalie outros pontos de venda com potencial para o seu público, como redes sociais e canais de atendimento direto, sempre com a mesma lógica. Cada canal precisa ter um papel claro dentro do ecossistema.
Essa é a lógica por trás da diversificação de canais de vendas: crescer de forma mais sólida, unificando e diversificando juntos diferentes canais de vendas.
Marketplaces aceleraram seu crescimento até aqui. Continue aproveitando esse canal.
Mas não fique preso a ele.
Quando a marca diversifica canais com estratégia, ela não apenas vende mais. Vende melhor, com mais margem, com clientes que voltam.
Esse é o crescimento que sustenta negócios!
Se você está pronto para ir além, vamos conversar sobre como estruturar sua diversificação de canais de vendas?
Fale com um especialista da Social e descubra o próximo passo da sua estratégia.
Dá pra dividir os marketplaces de dois jeitos: por quem negocia (B2B de empresa pra empresa, B2C da loja pro consumidor e C2C de pessoa pra pessoa) ou pelo que vendem. Nesse caso, existem os generalistas, que vendem de tudo, como Mercado Livre e Shopee, e os de nicho, focados em um segmento específico, como por exemplo a Netshoes para esportes. Como cada um atrai um público diferente e cobra comissões distintas, o segredo é diversificar e ser estratégico.
Sim, com certeza! Você não precisa começar com uma megaoperação com integração de 10 canais. Comece escolhendo os canais que fazem mais sentido para sua necessidade, onde seu cliente já está (como por exemplo marketplace) e use uma ferramenta para unificar os processos principais. Dê um passo de cada vez, treine sua equipe para atender bem em qualquer ponto de contato e aproveite os testes grátis que a maioria das plataformas oferece antes de investir.
Não é prejudicial, mas deixa o seu negócio incompleto e limita o crescimento. Vender em um marketplace sem integrar com seus outros canais gera aquele caos operacional clássico: risco de vender o mesmo produto duas vezes, retrabalho na hora de gerenciar pedidos e uma margem de lucro espremida por taxas e anúncios. Além disso, você perde a chance de criar um relacionamento direto com os clientes que compram de você.
Para começar a diversificar seus canais de vendas, o segredo é definir prioridades antes e fazer algumas escolhas. Foque no essencial: escolha os principais marketplaces que fazem sentido com a sua operação (ex: Mercado Livre, Shopee, Amazon, etc.) para atrair público, uma plataforma de e-commerce (ex: Shopify, WooCommerce, Nuvemshop, etc.) para ter sua loja própria com margem melhor e um hub de integração (ex: Bling, Top Gerente, Tray, etc.) para deixar mais fluida a gestão do estoque.
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